{"id":37,"date":"2012-03-31T17:45:30","date_gmt":"2012-03-31T17:45:30","guid":{"rendered":"http:\/\/tejo-rupestre.com\/?page_id=37"},"modified":"2012-08-03T14:42:20","modified_gmt":"2012-08-03T14:42:20","slug":"o-centro","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/tejo-rupestre.com\/?page_id=37","title":{"rendered":"O Centro"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>CENTRO MUNICIPAL DE CULTURA E DESENVOLVIMENTO<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Centro est\u00e1 instalado no antigo edif\u00edcio dos Pa\u00e7os do Concelho, no Largo do Pelourinho (antigo Largo do Munic\u00edpio), em Vila Velha de R\u00f3d\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O edif\u00edcio original, cuja data de constru\u00e7\u00e3o se desconhece, destinou-se a receber os Pa\u00e7os do Concelho no piso superior, reservando-se o piso t\u00e9rreo para a cadeia de que restam as janelas com grades. \u00c0 exce\u00e7\u00e3o dos per\u00edodos de extin\u00e7\u00e3o do concelho no s\u00e9c. XIX (1836-1842 e 1895-1898), a C\u00e2mara funcionou ali at\u00e9 Julho de 1973.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1846, um inc\u00eandio destruiu o interior do edif\u00edcio e grande parte da documenta\u00e7\u00e3o existente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1911, iniciaram-se obras de remodela\u00e7\u00e3o para acolher a reparti\u00e7\u00e3o de \u201cFazenda e Recebedoria\u201d, mais tarde da \u201cFazenda P\u00fablica\u201d. Acrescentou-se ao edif\u00edcio municipal o espa\u00e7o ocupado pela antiga capela de S\u00e3o Pedro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<div class='et-image-slider et_sliderfx_fade et_sliderauto_true et_sliderauto_speed_5000 et_slidertype_images'>\n\t\t\t<div class='et-image-slides'>\n\t\t\t\t<div class='et-tabs-content-wrapper'>\n\t\t\t\t\t<div class='et_slidecontent et-image-slide'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/tejo-rupestre.com\/wp-content\/uploads\/et_temp\/cmcd_pelou-72809_800x600.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"600\" \/><span class='et-image-overlay'> <\/span><\/div>\u00a0\n\t\t<div class='et_slidecontent et-image-slide'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/tejo-rupestre.com\/wp-content\/uploads\/et_temp\/cmcd_34r5345-153636_800x600.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"600\" \/><span class='et-image-overlay'> <\/span><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos anos sessenta, os antigos calabou\u00e7os foram ocupados pela Filarm\u00f3nica Nova Rodense, depois pela Troupe Jazz, e transformaram-se em sala de televis\u00e3o a troco de 10 tost\u00f5es por espetador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Outubro de 1984, o edif\u00edcio acolheu o Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento de Vila Velha de R\u00f3d\u00e3o, inaugurado pelo ent\u00e3o Presidente da Rep\u00fablica General Ramalho Eanes. O evento foi marcado por uma exposi\u00e7\u00e3o retrospetiva do pintor Manuel Cargaleiro, natural do concelho (Ch\u00e3o das Servas), e pela inaugura\u00e7\u00e3o da primeira exposi\u00e7\u00e3o permanente de Arqueologia, no piso inferior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O CMCD afirmou-se como refer\u00eancia cultural oferecendo servi\u00e7os de biblioteca, v\u00eddeo, inform\u00e1tica, exposi\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas, ateli\u00eas e resid\u00eancias art\u00edsticas nas quais participaram jovens artistas de todo o pa\u00eds e do estrangeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A biblioteca funcionou no Centro durante 24 anos at\u00e9 ser transferida em 2008 para o edif\u00edcio atual na Rua de Santana, inaugurado a 1 de Dezembro de 2009 pela Ministra da Educa\u00e7\u00e3o, Isabel Al\u00e7ada, sob a designa\u00e7\u00e3o Biblioteca Municipal Jos\u00e9 Baptista Martins.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A exposi\u00e7\u00e3o permanente de Arqueologia inicial foi concebida e realizada por uma equipa de investigadores do Grupo para o Estudo do Paleol\u00edtico Portugu\u00eas (GEPP) e da Associa\u00e7\u00e3o de Estudos do Alto Tejo (AEAT \u2013 ex-NRIA), dirigida pelos arque\u00f3logos Lu\u00eds Raposo e Ant\u00f3nio Carlos Silva. Em 2006, a exposi\u00e7\u00e3o foi remodelada com o apoio da AEAT e do Museu Nacional de Arqueologia (Diretor Dr.\u00a0Lu\u00eds\u00a0Raposo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\t\t<div class='et-image-slider et_sliderfx_fade et_sliderauto_true et_sliderauto_speed_5000 et_slidertype_images'>\n\t\t\t<div class='et-image-slides'>\n\t\t\t\t<div class='et-tabs-content-wrapper'>\n\t\t\t\t\t\u00a0\n\t\t<div class='et_slidecontent et-image-slide'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/tejo-rupestre.com\/wp-content\/uploads\/et_temp\/cmcd_01-169674_800x510.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"510\" \/><span class='et-image-overlay'> <\/span><\/div>\n\t\t<div class='et_slidecontent et-image-slide'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/tejo-rupestre.com\/wp-content\/uploads\/et_temp\/cmcd_0234-182194_800x510.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"510\" \/><span class='et-image-overlay'> <\/span><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<h2 style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><strong>PELOURINHO \u2013 Im\u00f3vel de Interesse P\u00fablico<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cVila Velha de R\u00f3d\u00e3o nunca teve foral, apesar de ter gozado estatuto concelhio ao longo dos s\u00e9culos, da qual \u00e9 testemunho o seu pelourinho. A antiga povoa\u00e7\u00e3o \u00e9 referida documentalmente logo em 1186, como Portas de R\u00f3d\u00e3o, no foral ent\u00e3o dado \u00e0 Covilh\u00e3. Poucos anos mais tarde, em 1189, a Herdade da A\u00e7afa, extenso territ\u00f3rio que inclu\u00eda o atual termo de Vila Velha de R\u00f3d\u00e3o, \u00e9 doada aos cavaleiros templ\u00e1rios, que provavelmente ergueram o castelo de R\u00f3d\u00e3o. Com a extin\u00e7\u00e3o da Ordem do Templo, tornou-se comenda da Ordem de Cristo, situa\u00e7\u00e3o que se manteve em termos eclesi\u00e1sticos at\u00e9 ao s\u00e9culo XVIII. O concelho foi brevemente extinto, entre 1836 e 1837, e ent\u00e3o restaurado, mantendo-se at\u00e9 \u00e0 atualidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pelourinho de Vila Velha de R\u00f3d\u00e3o levantava-se originalmente no centro do antigo Largo do Munic\u00edpio, tendo sido removido para um dos lados no s\u00e9culo XIX. Foi apeado em 1910, e reconstru\u00eddo em 1936-37, diante do edif\u00edcio onde anteriormente funcionava a Casa da C\u00e2mara. Ergue-se sobre plataforma de dois degraus quadrangulares onde encaixa a base da coluna, semelhante a um terceiro degrau, por\u00e9m mais elevada e de arestas chanfradas. A coluna tem fuste cil\u00edndrico e liso, de sec\u00e7\u00e3o ligeiramente crescente da base para o topo. N\u00e3o existe capitel, e a pe\u00e7a terminal \u00e9 composta por um bloco c\u00fabico na sua metade inferior, rematado em pir\u00e2mide quadrada de topo truncado. As faces do cubo s\u00e3o decoradas com motivos her\u00e1ldicos, figurando o escudo nacional encimado por um friso ao modo de coroa, o bras\u00e3o da vila, uma esfera armilar, e a cruz da Ordem de Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O soco onde assenta o pelourinho, incluindo a base da coluna, \u00e9 de fatura moderna, datando do restauro de 1936, embora seguindo a tipologia original do monumento. O fuste \u00e9 tamb\u00e9m semelhante ao original. A pe\u00e7a de remate \u00e9 a \u00fanica que se pode garantir ter pertencido ao pelourinho primitivo. Trata-se de um singelo pelourinho manuelino, que apresenta a her\u00e1ldica tradicional do per\u00edodo, incluindo o emblema pessoal de D. Manuel (a esfera armilar).\u201d<br \/>\nDescri\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f3nio Im\u00f3vel &#8211; IGESPAR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CENTRO MUNICIPAL DE CULTURA E DESENVOLVIMENTO O Centro est\u00e1 instalado no antigo edif\u00edcio dos Pa\u00e7os do Concelho, no Largo do Pelourinho (antigo Largo do Munic\u00edpio), em Vila Velha de R\u00f3d\u00e3o. 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